Quando o parto deixa de ser escolha de via e passa a ser presença!
- Daniella Leiros Aita
- há 15 horas
- 2 min de leitura
Está gestando?
Te convido a parar, escutar o corpo e viver a gestação com mais consciência porque o parto não começa no dia do nascimento, começa na forma como você se habita agora.

Quero te convidar a sentar comigo por alguns minutos.
Sem pressa.
Sem respostas prontas.
Quando falamos de parto, quase sempre a conversa começa na via de nascimento.
Normal ou cesárea?
Mas poucas vezes alguém pergunta algo essencial:
como você quer viver esse nascimento?
O parto não é apenas um evento.
Ele é uma experiência.
E toda experiência é atravessada pela forma como estamos presentes (ou não) no próprio corpo.
A gestação é um período em que o corpo muda todos os dias.
E, junto com ele, mudam os pensamentos, os medos, as expectativas, as histórias que escutamos e as cobranças que carregamos.
Estar grávida não é apenas gerar um bebê.
É atravessar um processo profundo de transformação.
A minha prática clínica nasceu assim, do desejo de criar um espaço onde seja possível parar.
Pensar na gestação com mais calma.
Olhar para o parto sem rótulos, sem modismos, sem imposições.

Aqui na Clínica, não falamos de via como moda.
Falamos de presença como escolha.
Presença é estar inteira no corpo que sente.
É reconhecer tensões sem brigar com elas.
É perceber dores sem normalizar sofrimento.
É entender que preparo não é controle, e sim consciência.
A fisioterapia na gestação entra exatamente aí.
Não como uma lista de exercícios.
Não como um “tem que fazer”.
Mas como um caminho para escutar o corpo, adaptar movimentos, aliviar desconfortos e criar confiança.
Fisioterapia não é para garantir um tipo de parto.
É para que você esteja melhor com você mesma na gestação, no parto, no pós-parto.
Para você.
Para o seu bebê.
Para a sua família.
Aqui conversamos, trocamos, abrimos espaço para perguntas reais.
Falamos de parto, sim.
Mas falamos também de medo, de força, de escolhas, de parentalidade que começa agora.
E praticamos.
Porque presença se aprende no corpo.
Na respiração percebida.
No movimento que se ajusta.
No silêncio que organiza.
Quando o corpo é escutado, ele coopera.
Quando a mulher se sente acolhida, ela confia.
E quando existe confiança, o parto encontra espaço, independente da via de nascimento.
Estou aqui para te convidar a se perguntar:
como eu quero estar nesse processo?
que tipo de pai/mãe eu desejo ser?
que tipo de presença eu quero oferecer a esse filho(a) que já sente tudo?
Venha estar presente!
Presença é o maior preparo que existe. Eu te ajudo nesse processo. Texto: Dra Daniella Leiros
Fisioterapeuta Especialista em Obstetrícia Mestre e Doutora em Ginecologia e Obstetrícia pela USP/RP
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